Categoria: COMPORTAMENTO

  • 10 frases ou perguntas que os LGBTQIA+ ainda ouvem nos dias de hoje – Parte 1

    Estamos chegando em 2022 e frases que são ditas aos LGBTQIA+ a quase um século, se repetem nos dias de hoje, mesmo que de forma “inocente”, porém carregadas de preconceito e/ou sugerindo que a vida de um LGBTQIA+ é opção ou escolhe ao invés de uma simples manifestação natural, escolha de Deus e por aí vai.
    1 – É so uma fase!
    Então, a sua heterossexualidade também?

    10 frases ou perguntas que os LGBTQIA+ ainda ouvem nos dias de hoje - Parte 1
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    Grande parte da sociedade ainda acredita que ser LGBTQIA+ é uma escolha, uma confusão da adolescência ou algo passageiro e não como uma condição inerente a vontade da pessoa como ter olhos azuis, cabelo cresto etc.

    2 – Isso é influência desses seus amigos!
    Amor, eu sou a cafetina do quengueiro!

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    Normalmente a convivência é muito maior com pessoas heterossexuais do que com LGBTQIA+ e da mesma forma que essa convivência não influenciou a pessoa a ser heterossexual, o contrário também não acontece.


    3 – Você vai começar a se vestir de mulher agora?
    Não sei ainda, talvez um top, um cardigã, algo discreto sabe?

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    A sociedade em geral fica confusa com a identidade de gênero e sexualidade, logo, acham que todo LGBTQIA+ será um transsexual.


    4 – Quando você descobriu que era Gay?
    Bem, deixa ver, acho que foi quando ouvi “I Will Survive” ela primeira vez.


    5 – Por que você nunca deu em cima de mim? Eu sou feio?
    Bem, então, não vamos mais falar disso, ok?

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    Aquela velha e ultrapassada ideia, de que gay não tem gosto e pelo simples fato de ser gay, vai ficar a fim de tudo que é gay que aparece pela frente.


    6 – Isso é porque você nunca pegou uma mulher!
    Amor! Eu nasci de cesárea para não passar nem perto! (by Hermanoteu na Terra de Godah)

    10 frases ou perguntas que os LGBTQIA+ ainda ouvem nos dias de hoje
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    7 – O que os outros vão pensar?
    Que eu sou uma diva e ‘Te cuida Pabllo Vittar’!

    10 frases ou perguntas que os LGBTQIA+ ainda ouvem nos dias de hoje
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    Ainda hoje as pessoas preocupam-se muito com a opinião alheia, uma forma de não se sentirem “humilhadas” ou oprimidas.


    8 – É um desperdício você ser gay?
    Desperdício para quem amor? Para mim é só alegria!

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    9 – Vira Homem!
    Mas eu sou homem, tão homem, tão homem que eu gosto de homem!

    Essa não merece nem comentário.


    10 – Quem é a mulher da relação?
    Por quê? Quer ocupar a vaga vadia?

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    Sabe mais frases? Envie para nós, assim elas poderão entrar na parte 2.

  • Senador Fabiano Contarato, sofre preconceito de interrogado da CPI da COVID 19 e responde a altura

    Como a maioria sabe ou devia saber, está rolando a algum tempo no Senado Federal a CPI da COVID 19 e entre diversos Senadores que fazem parte ou participam da mesma, está o Senado Fabiano Contarato, como ele mês fala, ‘homossexual assumido, do Espírito Santo, casado (legalmente) com um homem e junto de seu esposo, pai de dois filhos’.

    Senador Fabiano Contarato
    Senador Fabiano Contarato / arquivo pessoal / redes sociais

    Contarato para quem sabe ou não lembra, ao concorrer a Senador em 2018, ele ganhou do até então Senador Magno Malta, que ocupada a cadeira desde 2003 e que dispensa apresentações.

    No Twitter, o Senador fala uma fala em relação ao depoimento de outro investigado na CPI, o corretor do celular alterou a palavra “flagrancial” por “fragrancial” e então, o Empresário Fakhoury fez a seguinte postagem.

    fakhoury_contarato_tweet
    Imagem: tv senado

    Porém, no dia 30/09/2021, Fakhoury foi depor na CPI, em função de ser investigado na CPI das Fake News, por fazer publicações em suas redes sociais e patrocinar sites antivacinas, pró kit convid, tratamento precoce etc.

    Na CPI, ele teve chance de responder a Fakhoury e nesse momento, o presidente da CPI Omar Aziz chamada Contarato para que ele fale ao depoente como presidente da CPI e nesse momento, ele lava a alma de todos LGBTQIA+ já sofreu preconceito.

    Pode não aparecer, mas infelizmente, nossa vida ainda é assim, já quase em 2022.

  • A PL 504 foi vencida

    Foto: Mercedes Mehling – Unplash

    Com toda a movimentação da sociedade, incluindo artistas, empresas, produtoras de vídeo,  emissoras de TV e muitas outras organizações, a Assembleia de Legislativa de São Paulo, conseguiu assinatura suficientes para retirar da pauta da votação, e retornar para as comissões de discussão.  O projeto até inconstitucional era, pois esse tipo de legislação tem que ser federal.

    Abaixo o depoimento de uma das deputadas federais responsáveis por essa vitória Erica Malunguinho.

    http://https://www.instagram.com/tv/COODWQMny-n/?utm_source=ig_web_copy_link

  • Quem vai ficar com Mário?

    Com música tema de Pablo Vittar, chega aos cinemas brasileiros mais uma comédia com um elenco afinado e eclético.  O filme traz nomes como Daniel Rocha (atualmente na reprise da novela Império da Globo), Letícia Lima, Nanny People (sempre maravilhosa), Rômulo Arantes Neto (também na reprise da Império) e meu preferido Felipe Abib (esse ator consegue ser divertido e ainda passar uma verdade impressionante em todos os seus personagens).

    Quem vai ficar com Mário?
    Foto: Divulgação

    A história é uma divertida comédia de erros, em que os problemas e situações críticas só vão aumentando.  Tudo começa quando Mário (Daniel Rocha) que trabalha com teatro em São Paulo volta para sua terra (Serra Gaúcha), e finalmente decide se assumir para o pai conservador e contar que é gay e vive com o namorado Fernando (Felipe Abib) há anos.

    Quem vai ficar com Mário?
    Foto: Divulgação.

    O problema é que nesse encontro de família, o seu irmão mais velho, Vicente (Rômulo Arantes Neto), acaba se antecipando e contando para a família que é gay.  Para piorar a situação, o pai de Mário teve um ataque do coração, e no hospital pede que  ele assuma a liderança da cervejaria da família, e ele acaba se envolvendo com Ana (Letícia Lima), a coach que seu irmão (Marcos Breda) contratou para modernizar a empresa. No meio de toda essa confusão, o namorado vem ver ele, e logo depois chega Nanny People e outros amigos.  A confusão na vida de Daniel está armada. 

    Assista o trailer.

  • #LGBTnãoÉmáinfluência

    Hoje é mais um daqueles dias de retrocesso no Brasil. Em São Paulo, hoje será votado o projeto de lei, de autoria da deputada estadual Marta Costa (PSD), que diz que publicidade com LGBTQI+ leva “desconforto emocional a inúmeras famílias” e “práticas danosas” às crianças”. A deputada  é filha do pastor José Wellington que pertence à Assembleia de Deus.  A alegação é que se evite a inadequada influência na formação de jovens e crianças.

    Apesar disso, a comunidade de São Paulo está invadindo a internet com as hashtags #LGBTnãoÉmáinfluência e #AbaixoPL504.  Diversas agências de propaganda e empresas estão se posicionando contra essa “proposta de lei”. Entre elas: Avon, Boticário, Natura, Cartoon Network, Disney, Magazine Luíza, Votorantim e muitas outras.

    Compartilhe também e ajude a chegar nos trend topics. #AbaixoPL504 #LGBTnãoÉmáinfluência

    Veja a mensagem da Nanny People.

    Abaixo, algumas das  marcas que se manifestaram contra o projeto de lei:

    https://www.instagram.com/p/CN-1J90HWh3/?utm_source=ig_embed

     

  • Bom Crioulo é considerado o primeiro livro brasileiro sobre um relacionamento homoafetivo

    O livro “Bom Crioulo” é do escritor Adolfo Caminha e foi publicado em 1895 no Brasil. Seguindo o movimento naturalista, a história é sobre o ex-escravo Amaro e um jovem de 15 anos, que ainda conta um a entrada de Dona Carolina formando um triângulo amoroso, que já dá sinais de tragédia à vista.

    Caso enha interesse no livro, abaixo segue o link da Amazon.

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    Mas eu não quero fazer uma crítica literária, e sim falar da nossa história que muita gente tenta negar, ou falar que nunca existimos.  Mas a história do Bom Crioulo com certeza foi baseada em algo que o escritor tinha conhecimento.  Estamos vivendo em uma época polarizada politicamente, mas também que estamos muito mais expostos.

    Foto: Mercedes Mehling – Unplash

    O mundo realmente hoje parece estar em debate constante sobre a homofobia, machismo, feminismo, racismo, gordofobia e tantos outros temas que são de suma importância debater e cada vez mais deixar as pessoas informadas, para que os erros e preconceitos do passado não se repitam nessa e nas próximas gerações.

    E nada melhor que estudar e saber mais sobre a história, a ciência, a psicologia e a sociologia. Se hoje vemos um jornalista na TV desejando feliz dia dos namorados para o seu amor que está em casa preparando o jantar, se vemos mais gays e lésbicas nos reality shows, propagandas, novelas, filmes e peças de teatros falando sobre a nossa realidade, cada vez mais artistas e personalidades assumindo a própria sexualidade, e tanto faz se forem gays, lésbicas, trans, bissexuais ou qualquer outra forma de ser, temos que ter em mente que muita gente antes de nós lutou para termos esse espaço. E muita gente sofreu muito e muito. Um dos livros mais importantes para se ler é “Devassos no Paraíso” do Trevisan. É um estudo sério e documentado sobre a nossa comunidade no Brasil Colônia até aqui.

    LGBTQI+
    Foto: Sharon Mccutcheon – Unplash

    Por isso meu interesse sobre o livro. E fui pesquisar a vida do autor, que teve uma vida hétero. Mas como Amaro, ele teve uma passagem pela Marinha Brasileira (na época chamada Marinha de Guerra). Ele se apaixonou por uma mulher casada, e essa mulher abandona o marido para viver com ele, com quem tem duas filhas.

    Mas por causa do escândalo ele teve que sair da Marinha e trabalhar como funcionário público.  Ele escreveu outros livros também como “Judite”, “A Normalista”, “No País dos Ianques”, o  mais famoso “Bom Crioulo” entre outros e com mais duas obras inacabadas. Infelizmente o autor morreu muito jovem de tuberculose, aos 29 anos de idade no Rio de Janeiro.

     

    Este livro pode ter sido o primeiro no Brasil, mas temos muitos outros livros sobre o assunto. Por isso leia, veja, ouça, viva, beije, ame.

     

     

  • Apenas Mãos Dadas

    Foto: Staley Dai
    Foto: Staley Dai

    Tempos atrás estava caminhando em um shopping de Florianópolis, quando vi um casal de homens passando de mãos dadas. Tive um impacto porque isso a gente não vê a toda hora infelizmente. Percebi que eles não se importavam nem com os olhares preconceituosos e com as risadinhas de outras pessoas, isso é apenas um gesto tão comum, tão rotineiro de diversos casais.

    Apenas um casal de namorados visivelmente apaixonados que podem ser humilhados, debochados e ridicularizados apenas por estarem demonstrando um sentimento de amor.

    Foto: Karina Thomson
    Foto: Karina Thomson

    Isso me fez lembrar de um comercial do Banco da Nova Zelândia, que naquele ano foi o patrocinador da Parada Gay em Auckland. Além do patrocínio, o Banco fez um comercial e outras ações de apoio à causa LGBT.  O país é considerado um dos mais avançados nas políticas de inclusão e contra o preconceito.  No ano retrasado, a Primeira Ministra Jacinda foi a primeira a participar da Parada. Mostrando o apoio do governo a causa. Quantos governantes já vimos no Brasil ou no mundo com essa atitude?  Quantas empresas estatais ou não já vimos no Brasil com esse posicionamento ? Ainda são poucas, mas já tivemos ações da Natura, O Boticário, Resultados Digitiais, Netflix, Globo e mais algumas multinacionais que atuam em seu país com essa mesma política de inclusão como a Apple, Burger King e Microsoft. 

    Mas vim falar justamente do vídeo, que você pode assistir logo abaixo. O comercial conseguiu ir direto ao ponto que aflige diversos homoafetivos. O comercial mostra diversos casais em situações do cotidiano, como ir ao cinema, andar de ônibus, visitar parentes, e como os olhares e até mesmo a presença de outras pessoas conseguem constranger um simples ato de estar de mãos dadas. Isso inclui muitos sentimentos, como o medo do que pode ocorrer. Esse comercial me impactou muito, pois me vi ali naquele comercial. E isso deveria ser um direito simples de todos os seres humanos.

    Foto: Sandy Millar
    Foto: Sandy Millar

    Escrevo isso pois vivi isso na própria pele. Tive diversos relacionamentos que o medo fazia a gente nem se tocar publicamente, com medo da violência que isso podia gerar.  E quando tempo depois tive um relacionamento que estávamos andando na rua e ele pegou minha mão. Aquilo foi tão forte e tão bonito, e uma coisa que até os meus quarenta anos não havia vivido. Para muitos uma coisa tão simples, mas negado para tantos outros.

    Por isso é tão importante a comunidade conseguir ser representada em filmes, músicas, peças de teatro, livros, programas de TV e em comerciais. Até para conseguir criar empatia em quem não é homoafetivo conseguir compreender e conviver com todos de uma forma humana.

    Foto: Elena Rabkina
    Foto: Elena Rabkina

    Espero que realmente aquele casal do shopping sempre andem de mãos dadas em um mundo cada vez mais seguro e receptivo a toda a forma de amor. Espero que cada vez mais tenham casais nos shoppings, nas ruas, nas praias, nos cinemas, nos restaurantes, nos ônibus, nos encontros de família e onde mais desejarem. Quanto mais pessoas fizerem isso, mais comum vai ser. E com certeza cada vez menos teremos sorrisinhos ou olhares recriminatórios. E eu nem estou falando de outros casos homofóbicos mais graves, que isso agora é caso de polícia. E que eu também possa andar de mãos dadas com o meu amor.

    Foto: Fleur Brebels
    Foto: Fleur Brebels

    Vendo como era no passado e todos os crimes que foram cometidos contra pessoas homoafetivas como Oscar Wilde, Alan Turing e todos os que lutaram contra isso começando por Stonewall. Bom ler o livro “Devassos no Paraíso” do João Silvério Trevisan que é um estudo fantástico da homossexualidade no Brasil desde a Colônia. Não tem como celebrar cada um desses que colocaram seu nome da história para agora termos uma vida muito melhor. Ainda falta muita coisa, mas estamos seguindo em frente.

    E viva o amor!!!

    Assista o comercial pró-casamento gay na Austrália.

  • Me Chame pelo Seu Nome

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Nessa semana terminei de ver o filme “Me Chame pelo seu Nome”. Demorei um pouco para ver por causa da direção arrastada, e tive que separar um tempo para conseguir analisar com maior propriedade. E isso valeu a pena. O filme já está disponível no Netflix.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Apesar de estarmos acostumados com o tipo de filmes americanos, que possuem uma edição mais rápida e com roteiro mais explicativo, a direção competente do diretor Luca Guadaginino oferece cenas campestres belíssimas do interior da Itália, com uma fotografia competente e solar de Sayombhu Mukdeeprom, o filme se alia perfeitamente aos componentes de arte explanados no livro.  E para isso ser deleitado, a edição tinha que ser realmente mais lenta, para entendermos as emoções dos personagens.

    O adolescente Elio vivido pelo excelente Thimothée Chamalet e o estudante americano que praticamente é um deus grego vivido por Armie Hammer com o americano Oliver, conseguem dar vida e humanidade aos diversos sentimentos que o amor causa nos personagens.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
     foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Vencedor do Oscar de melhor roteiro, James Ivory conseguiu exprimir toda a beleza e delicadeza, com diálogos concisos e silêncios reveladores, como realmente a vida é. O texto que deu origem ao filme, é o livro homônimo do escritor egípcio André Aciman.  Ivory é um veterano do cinema com grandes filmes já criados como “Retorno a Howards End” de 1992, “Vestígios do Dia” de 1993, “Maurice” de 1987 e tantos outros filmes que asseguram a ele, como um dos melhores artistas do cinema ainda em atividade.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Apesar de tudo isso, o filme é uma obra para ser contemplada, degustada, revista para ser apreciada em toda a sua magnitude. Apesar de ser muito elogiado, parte da crítica reclamou diretamente da velocidade do filme. Ao contrário, eu acho que esse é um grande trunfo do filme. A vida já é tão corrida, tudo acontece ao mesmo tempo, somos bombardeados com toneladas de informações diariamente, que é importante parar, refletir, e saber degustar certos momentos da vida.

    Sem dar spoiler, a fala final do pai do Elio nos dá uma lição de vida e mostra como um texto pode ser magistralmente escrito.

    Assista o trailer do filme.

  • Dicas de Livro: O Terceiro Travesseiro

    Esse é o primeiro livro do escritor Nelson Luiz de Carvalho. Uma história de amor entre dois adolescentes, que se baseou nas vidas reais de Marcos, Renato e Beatriz. Ainda lembro hoje, o impacto que o livro teve sobre mim. Ainda não tinha conhecimento sobre os relacionamentos gays, e nunca tinha me visto representado em um livro. Hoje com todo esse debate de representatividade das minorias, percebe-se como isso é importante. Você se ver em um livro, filme, novela, comercial e o que mais for

    O livro narra a descoberta da sexualidade de Marcos, o amor com o Renato, a relação e reação de suas respectivas famílias, os amigos, a explosão do desejo sexual, a amizade com Beatriz e tudo isso, entremeado com as lembranças e memórias do personagem principal.

    Desde o lançamento em 1998, tornou-se um sucesso de público e crítica. O livro se transformou ainda em peça de teatro e filme, gerando uma legião de fãs. Ainda é considerado marco na literatura LGBT brasileira, vendendo milhões de exemplares no país, e já está sendo traduzido para edições em inglês e francês.

    O livro está ainda em venda nas principais livrarias do país.

    Se tiver interesse em adquirir o livro, clique aqui: bit.ly/3tK93bm 

  • Drauzio Varella fala da sua experiência em relação a transexualidade no programa Roda Vida

    O Dr. Drauzio Varella é um velho conhecido do grande público: há anos, ele está na TV, é escritor com inúmeros livros onde é autor ou coautor e tem um canal no youtube que tem, na data de hoje, mais de 2 milhões de inscritos e já teve um vídeo como Homossexualidade | Coluna #04, de 2014 que tem, na data de hoje, quase 1.2 milhões de visualização.

    [bs-quote quote="…a homossexualidade uma ilha cercada por ignorância de todos os lados." style="style-10" align="center" author_name="Drauzio Varella" author_job="Médico, cientista e escritor" author_avatar="https://todxs.xyz.br/wp-content/uploads/2020/02/Drausio-varela-300×2681-1.png%22][/bs-quote]

    E uma série de outros vídeo no canal falando do tema que pode ser visto aqui.

    No dia 10/02, Drauzio Varella deu uma entrevista do programa Roda Vida da TV Cultura, onde o tema principal era a surto de Corona vírus que apareceu no final de 2019 e se estende até hoje, mas também, falou de outros de assuntos como tabagismo, AIDS, SUS, dependência química e também sobre a transexualidade, ao ser peguntando por uma jornalista sobre o que ele achava da mudança de lei que passa a permitir a cirurgia de redesignação sexual os 18 anos e não mais aos 21 e como resposta, ele conta o que ele viu nas cadeias onde trabalhou por longos anos e dá uma luz ao tema e conta situações que viveu e vivenciou com esse público.

    Assista e nos conte o que achou.