Sabe aqueles momentos ruins, tristes ou só cansativos que temos na vida? Então, aqui tem umas dicas fofas e queridas para se fazer e dar uma glamourizada nesses momentos.
01 – SAIR DO ARMÁRIO
02 – ESCUTAR SUA MÚSICA PREFERIDA VÁRIAS E VÁRIAS VEZES
03 – COMPRAR UMA ROUPA NOVA
04 – COMER ALGO MUITO, MAS MUITO CALÓRICO
05 – TOMAR UM BANHO DE CHUVA NO VERÃO
06 – DAR GARGALHAS POR MOTIVOS BOBOS
07 – REVER AQUELE FILME QUE VOCÊS GOSTA PELA ENÉSIMA VEZ
08 – ACHAR R$ 10,00 ESQUECIDO NA CALÇA
Se você tiver mais digas ou idéias, deixa para gente aí nos comentários.
A Netflix sempre mostrou-se como uma empresa gay friendly, mas de 2019 para cá, ela parece ter um plano de inclusão de LGBTQIA+ sendo implementado a todo vapor, pois um número expressivo de conteúdos originais, estão apresentando personagens LGBTQIA+ e com destaque em suas respectivas histórias.
Claro, nós sempre estivermos presentes em várias produções originais como Orange Is the New Black (2013), Shadowhunters (2016), Unbreakable Kimmy Schmidt (2015), Queer Eye (2018), o qual já falamos em “Você precisa assistir Queer Eye da Netflix”, entre outros conteúdos como Super Drags, a primeira animação brasileira na Netflix que gerou tanta polêmica no final de 2018, matando as chances de uma 2º temporada, porém de 2019 para cá a coisa parece ter saído do controle.
Conteúdos originais da Netflix
Tivemos em 2019 conteúdos variados que incluem LGBTQIA+, até mesmo em conteúdo para crianças e adolescentes como o remake de She-Ra (2019), onde um dos personagens tem dois pais, O Cristal Encantando: a era da resistência (2019), séria derivada do filme de mesmo nome, que também já falamos em “Possível casal gay na série Cristal Encantado: A Era da Resistência, da Netflix”, que uma das personagens principais, também tem dois pais e a animação Kipo e os Animamonstros (2020), de classificação livre que tem um menino gay entre os personagens principais.
Conteúdos originais Netflix
E ainda podemos citar outros que estão na plataforma como: The Umbrella Academy (2019), Sex Education (2018), RuPaul’s Drag Race que em 2019 passou a ser conteúdo original, Next in Fashion (2020), Luna Nera (2020) e essa merece uma menção honrosa, pois a série é inteiramente produzido apor mulheres e lésbicas são o destaque aqui, com mulheres mais velhas que o padrão habitual usado no mercado e que são simplesmente deslumbrantes.
Luna Nera – Netflix
E claro, não podemos esquecer da polêmica de 2019: O Especial de Natal do Porta dos Fundos em parceria com a Netflix que apresenta um Jesus Gay (bem padrãozinho até) que teve um affair com o capeta nos 40 dias no deserto.
Vale lembrar também que Amazon, pelo Prime Vídeo também está fazendo esse tipo de inclusão em seus conteúdos originais, de forma mais tímida talvez.
Na série original Carnival Row, casais LGBTQIA+ são vistos como natural entre especies das fadas e dos outros seres mitológicos.
Carnival Row – Prime Video
Esperamos que a Netflix siga nesse “projeto gay de dominação do mundo” e sirva de exemplo para outros serviços como o próprio Prime Vídeo, Disney+, Hulu, etc., e mesmo as TVs (canais tradicionais de televisão) de um modo geral sigam por esse caminho, nos inserindo em suas produções como uma parte comum e normal da sociedade.
O Porta dos Fundos publicou em seu canal do Youtube o 1º trailer (não sabemos se terão outros) do seu especial de Natal parceria com a Netflix, que segundo a publicação, ficará disponível em 03 de dezembro na Netflix e como vem acontecendo todos os anos, ele não deve ficar disponível no cantal do Porta dos Fundos no Youtube.
Cena do Trailer
O especial “narra” o período pós 40 dias no deserto de Jesus, no momento em que ele retorna para casa a traz junto Orlando que parecer ser uma mana do vale.
Jesus é interpretado por Gregório Duviver, Orlando por Fábio Porchat e tem Antonio Tabet, possivelmente como Deus na história além de todo o elenco do Porta e outros atores e o especial tem o nome de ‘A primeira tentação de Cristo’, entendeu?
Vamos aguardar até o dia 03 de dezembro para descobrir como vai se desenrolar essa história Natalina.
O Mercado Livre, uma dos maiores marketplace do país, se não o maior, lançou em setembro de 2019 a campanha Moda Sem Gênero.
O vídeo mostra diferentes tipos de estilos, de pessoas e provavelmente, orientações sexuais diversas, trocando roupas entre si ou com peças mais frequentes em um gênero ou outro, claro com muita cor e estilo.
A iniciativa do Mercado Livre é inclusiva e com certeza lucrativa, pois atenderá um segmentação em expansão, que é muito pouco explorado e com um potencial de consumo expressivo.
Também não deixa de ser uma iniciativa Gay Friendly, algo que nos dias de hoje e com o atual governo parecer ser cada mais raro ou menos incentivado, porém a moda sem gênero não atenderá apenas o público LGBTQIA+, mas heterossexuais também, pois uma mulher poder querer um moletom mais folgado ou um homem, uma calça mais apertada e daí por diante.
Estamos esperando também aquele povo que andar com foices, forcados o tochas, bradando boicote em direção ao Mercado Livre, para ver ele ganhar mais dinheiro ainda essa campanha.
O Vídeo ‘Todo mundo tem o gene GAY?’ do canal Fatos Desconhecidos aborda a homossexualidade ao longo da história, como ela existe em diversas especiais de animais, teorias genéticas entre outras informações que embasam a existência da homossexualidade como condição e não como opção.
O vídeo, também salienta que o preconceito e agressividade contra homossexuais acontece apenas na especiai humana, nas demais especiais de animais, não acontece qualquer tipo de rejeição ou restrições sociais/comportamentais entre seus iguais e/ou grupos afins.
O Cristal Encantado: A Era da Resistência, é uma séria original da Netflix, baseada no filme de 1982, O Cristal Encantado (The Dark Crystal) de Jim Henson, o mesmo criador dos Muppets.
Cena do filme: O Cristal Encantando de 1982
Tanto no filme como na série, os personagens são ao estilo Muppets, ou seja, bonecos como personagens reais, mas em O Cristal Encantado, esse tipo de cenografia está um nível acima, lembrando um pouco o estimo dos bonecos da Família Dinossauro e claro que de 1982 para 2019 há cenas e tomadas incríveis na séria a partir de computação gráfica, o chamado CGI.
Porém, muita coisa é cenário, grandes cenários em criações incríveis, feitas pelo mesmo designer do filme de 1982 e agora em 2019.
A séria é fantástica e recomendamos, mas agora vamos ao tema principal desse tópico, o possível casal gay da série.
Um dos personagens principais, Deet tem dois pais, Ela menciona isso alguns vezes até o momento em que eles aparecem, mas de forma natural, o que nos faz pensar que quando Ela fala em dois pais, seriam no sentido de ter ambos, pai e mãe e não dois seres do sexo masculino, porem ao final da primeira temporada, eles aparecem e são realmente dois seres do sexo do masculino.
Cena de Cristal Encantado: A Era da Resistência, da Netflix | família de Deet
Deet tem dois e pais e um irmão menor: como? Também não sabemos, a primeira temporada não da qualquer indicação que seres do mesmo gênero biológico possam se reproduzir, mas não deixa de ser um bela e fofa aquisição.
No filme original de 1982, não há menção aos dois pais e o mundo já é pós-apocalítico, aparentemente sobrando vivo apenas dois Gelflings e Deet é um deles.
É interessante e incrível ver uma parte do nosso mundo, dois pais a exemplo, inseridos em um contexto comum e trivial, sem alardes ou diminuições, como algo comum e simples, de forma delicada em um conteúdo que também cerá acessado por crianças, sem gritaria, tochas e forcados, brandindo atras da Netflix, pedindo boicote.
Assista, comente e compartilhe aqui o que você achou da séria e se viu mais aspectos como esses na série.
QUeer Eye é um reboot e ao mesmo tempo um remake de Queer Eye for the Straight Guy, do canal a cabo Bravo, que foi ao ar em 15 de julho de 2003 a 30 de outubro de 2007, tornando-se o programa de maior audiência do canal.
Mais de 10 anos depois, a Netflix resolveu fazer o Queer Eye ou QE , lançado em 7 de fevereiro de 2018, nos mesmos moldes e padrões do Queer Eye for the Straight Guy.
Mas o que ele é afinal?
São 5 homens gays, que vão ajudar homens e melhores heterossexuais ou gays a se encontrarem no mundo, com culinária, estilo, moda e outros, ou seja, eles dão uma tapa do picumã do povo para eles fiquem fabulosos para o mundo.
Os 5 fabulosos, no reality, são separadas em 5 temas.
Poderia ser um reality como qualquer outro, se não fosse pelo apelo emocional que o programa tem, onde lida com conflitos da vida, tantos dos participantes como dos próprios 5 fabulosos.
Uma curiosidade aqui, é que um dos participantes da 1º versão, Carson Kressley (moda) é jurado fixo do RuPaul’s Drag Race desde a 7º temporada.
Alaska Thunderfuck, top 3 do RuPaul’s Drag Race5º edição e ganhadora do RuPaul’s Drag Race – All Stars2º edição lançou no dia 10 novembro de 2017 o clipe da música Come To Brzil(Venha para o Brasil).
O clipe foi filmado em São Paulo, a música é engraçadinha, fala bem do Brasil e tem figurinos incríveis de: Nick Laughlin, Ryan Seminara, Gabriel Bertolini, Caroline Ricca Lee e ainda conta com participações especiais de nossas Queens: Alexia Twister e Duda Dellorusso entre várias outras!
Se você não viu o clipe ainda, assista que está babado!
Para quem quiser conhecer mais da Alaska, pode acessar o site oficial da Queen por aqui: http://alaskathunderfuck.com/
Willam teve uma saída prematura e até onde vi ou me lembro, foi a primeira eliminada do programa, por ter recebido uma visita “íntima” do seu namorado no hotel em que os participantes ficavam na época, algo que ia contra o regulamento e que levou sua desclassificação, porém ela seguiu participando do programa nas edições seguintes como uma das repórteres do mesmo, assim como Latrice Royale nas edições seguintes.
Ela comentou algumas vezes que cantava, mas nunca conseguimos ver nenhuma performance no reality por sua saída inesperada.
No clipe de RuPaulogizeWillam mostra que tem uma bela voz e ainda temos outras participantes como duas ganhadores do programa, uma da 3º edição Raja e Sharon Needles da 4º, a mesma edição em que Willam participou!
O Clipe é de 2013, porém, pouco conhecido no Brasil, por tanto, vale a pena conferir: a música é animada, a fotografia é ótima e Sharon como RuPaul está simplesmente D+ 😉
E ainda temos.
I Love you like a big scholong
https://www.youtube.com/watch?v=Qc1xG2-ww48
Boy is a bottom, com participações de Detox (2º temporada) e Vicky Vox
The Vagina Song
Gaycation by DWV, com participações de Detox (2º temporada) e Vicky Vox
Bom, essa foi a parte 1 do ‘Drags do RuPaul’s Drag Race fazem sucesso na música’ e em breve vamos lançar a parte 2.
Se você acham que ficou faltando alguma música nessa primeira parte ou mesmo de alguma Queen que deveríamos ter citado, deixa aí nos comentários e pode entrar na parte 2.
Apesar da ênfase do título, não é todo mundo que gosta de musical e logo, talvez não goste desse como não gostaria de qualquer outro, mas mesmo assim, para esse, vale a pena dar uma chance, afinal, estamos falando de Shrek, O Musical!
Assim como no filme, Shrek não foi um “conto de fadas” fora dos padrões em 2001, onde a grande maioria das animações da época ainda seguia aquele esquema da bela e do belo príncipe, que por uma razão ou outra eram separados e que ficavam juntos no final, etc.
Ele quebrou esse paradigma ao ter um Ogro como o “belo” e herói, uma princesa enfeitiçada que ficou preferiu ficar enfeitiçada mesna para ficar ao lado do seu amado, o Ogro e não com o seboso príncipe. Esse ogro é tão ogro, que ainda tem como melhor amigo um burro e outros amigos estranhos como um Biscoito, Pinóquio, Três porquinhos, um Lobo mal travesti e assim vai.
Ou seja, Shrek é um filme sobre aceitação, sobre ser feliz com o que se tem e com o que se é, sem nunca ter vergonha ou se sentir inferior a alguém por ser “diferente”, afinal, existem vários outros “estranhos” por aí que são mais legais que os ditos “normais”.
O musical é de 2013 e teve 8 indicações no TONY (O Oscar de musicais), vencendo o de melhor figurino, que foi realmente merecido, pois todo o figurino, cenário, iluminação, maquiagem, etc., são incríveis, fora o elenco fenomenal, como Brian d’Arcy James, que aparece na série Smashe para saber mais sobre a série veja aqui: https://www.imdb.com/title/tt1825133
Há sacadas belíssimas no musical, como a passagem da Fiona da infância para a vida adulta, presa na torre que é contada/cantada por três atrizes.
Quase no final, há a canção Freak Flag, que fala justamente de sermos diferentes, de sermos felizes como somos e que se os outros não gostam, o problema é deles, por que nós existimos e exigimos respeito!
Todo musical, além de fodástisco, na minha humilde opinião, serve de alento e incentivo para nós, e que ainda tem todo o glamour, brilho e elegância que há em cada um de nós.
Ele está disponível no Netflix ou nos Torrents da vida e para quem tem Netflix, corra, por que nunca se sabe quando ele irá sair do catálogo 😉