Autor: fluxo@hzzq.xyz

  • Super Drags, um desenho incrível que o preconceito e um processo judicial fez morrer na primeira temporada

    Super Drags, é uma produção da Combo Estúdio, sendo a primeira animação brasileira na Netflix, que terminou na primeira temporada em meio a diversas polêmicas antes de sua estreia, que continuaram após o lançamento e terminou com um processo judicial por “plágio”.

    super drags
    cena do trailer

    Super Drags, estreou em 2018, criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescau, com classificação de 16 anos, ou seja, é um conteúdo que não aparece no perfil Kids da Netflix, porém ao anunciar animação, não havia a classificação etária nos primeiros trailers, assim, causando os primeiros protestos:

    • Sociedade Brasileira de Cardiologia emitiu nota condenando a animação a época: leia aqui;
    • Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e da Família do Congresso Nacional, emitiu nota de repúdio: leia aqui;
    • Artistas gospel promoveram boicote à Netflix por causa da animação: leia aqui;
    • Sites gospel, alegaram que a séria ridicularizada a religião Evangélica e seus pastores: leia aqui.

    De fato, não podemos negar que Super Drags foi satírica, irônica e caricata com Igrejas Evangélicas Neo Pentecostais, pastores e seus obreiros, assim como ela foi satírica, irônica e caricata com o universo LGBTQIA+, afinal é uma séria de humor em animação, direcionada a maiores de 16 anos.

    A Netflix, para deixar claro, após os protestos iniciais, que a séria não era conteúdo infantil, obrigou-se a produzir um trailer apenas para dizer que ela não era para o público Kids, informando que o conteúdo poderia se bloqueado por senha, que bastava não deixar as crianças assistirem e que os pais poderiam procurar no Google como fazer.

    A série estreiou como um suposto sucesso de audiência, com a Netflix anunciando que ela seria renovada para mais dumas temporadas: leia aqui, e foi então que a mesma levou um processo por plágio, do ilustrador Wil Vasque, alegando que Super Drags baseada-se em um projeto de 2010 criado por ele, chamado de Drag Dragons.

    Logo após a notícia do processo, a Netflix anuncio que Super Drags não seria renovada para uma nova temporada, situação comemorado pelo ilustrator, pois ele acreditava a época que o fato da Netflix cancelar a série, já seria uma comprovação de culpa, porém até hoje, não temos informações de como terminou esse processo e  se terminou: leia aqui, porém como pode ser visto no vídeo ‘Drag Dragons’, se ele serviu de referência ou inspiração para o projeto, foi apenas de Drags Queens como super heroínas ficando por aí, pois Super Drags tem um universo, história, mitologia e todo resto completamente diferente do projeto do ilustrador.

    Super Drags, é uma bela animação, fruto de uma produtora brasileira, com participação de personalidade LGBTQIA+ como Silvetty Montilla, Pablo Vittar e Suzy Brasil que vale a penas ser assistida, pois injustiças a parte, ela continua no catálogo da Netflix provendo a visibilidade do público LGBTQIA+.

  • Apenas Mãos Dadas

    Foto: Staley Dai
    Foto: Staley Dai

    Tempos atrás estava caminhando em um shopping de Florianópolis, quando vi um casal de homens passando de mãos dadas. Tive um impacto porque isso a gente não vê a toda hora infelizmente. Percebi que eles não se importavam nem com os olhares preconceituosos e com as risadinhas de outras pessoas, isso é apenas um gesto tão comum, tão rotineiro de diversos casais.

    Apenas um casal de namorados visivelmente apaixonados que podem ser humilhados, debochados e ridicularizados apenas por estarem demonstrando um sentimento de amor.

    Foto: Karina Thomson
    Foto: Karina Thomson

    Isso me fez lembrar de um comercial do Banco da Nova Zelândia, que naquele ano foi o patrocinador da Parada Gay em Auckland. Além do patrocínio, o Banco fez um comercial e outras ações de apoio à causa LGBT.  O país é considerado um dos mais avançados nas políticas de inclusão e contra o preconceito.  No ano retrasado, a Primeira Ministra Jacinda foi a primeira a participar da Parada. Mostrando o apoio do governo a causa. Quantos governantes já vimos no Brasil ou no mundo com essa atitude?  Quantas empresas estatais ou não já vimos no Brasil com esse posicionamento ? Ainda são poucas, mas já tivemos ações da Natura, O Boticário, Resultados Digitiais, Netflix, Globo e mais algumas multinacionais que atuam em seu país com essa mesma política de inclusão como a Apple, Burger King e Microsoft. 

    Mas vim falar justamente do vídeo, que você pode assistir logo abaixo. O comercial conseguiu ir direto ao ponto que aflige diversos homoafetivos. O comercial mostra diversos casais em situações do cotidiano, como ir ao cinema, andar de ônibus, visitar parentes, e como os olhares e até mesmo a presença de outras pessoas conseguem constranger um simples ato de estar de mãos dadas. Isso inclui muitos sentimentos, como o medo do que pode ocorrer. Esse comercial me impactou muito, pois me vi ali naquele comercial. E isso deveria ser um direito simples de todos os seres humanos.

    Foto: Sandy Millar
    Foto: Sandy Millar

    Escrevo isso pois vivi isso na própria pele. Tive diversos relacionamentos que o medo fazia a gente nem se tocar publicamente, com medo da violência que isso podia gerar.  E quando tempo depois tive um relacionamento que estávamos andando na rua e ele pegou minha mão. Aquilo foi tão forte e tão bonito, e uma coisa que até os meus quarenta anos não havia vivido. Para muitos uma coisa tão simples, mas negado para tantos outros.

    Por isso é tão importante a comunidade conseguir ser representada em filmes, músicas, peças de teatro, livros, programas de TV e em comerciais. Até para conseguir criar empatia em quem não é homoafetivo conseguir compreender e conviver com todos de uma forma humana.

    Foto: Elena Rabkina
    Foto: Elena Rabkina

    Espero que realmente aquele casal do shopping sempre andem de mãos dadas em um mundo cada vez mais seguro e receptivo a toda a forma de amor. Espero que cada vez mais tenham casais nos shoppings, nas ruas, nas praias, nos cinemas, nos restaurantes, nos ônibus, nos encontros de família e onde mais desejarem. Quanto mais pessoas fizerem isso, mais comum vai ser. E com certeza cada vez menos teremos sorrisinhos ou olhares recriminatórios. E eu nem estou falando de outros casos homofóbicos mais graves, que isso agora é caso de polícia. E que eu também possa andar de mãos dadas com o meu amor.

    Foto: Fleur Brebels
    Foto: Fleur Brebels

    Vendo como era no passado e todos os crimes que foram cometidos contra pessoas homoafetivas como Oscar Wilde, Alan Turing e todos os que lutaram contra isso começando por Stonewall. Bom ler o livro “Devassos no Paraíso” do João Silvério Trevisan que é um estudo fantástico da homossexualidade no Brasil desde a Colônia. Não tem como celebrar cada um desses que colocaram seu nome da história para agora termos uma vida muito melhor. Ainda falta muita coisa, mas estamos seguindo em frente.

    E viva o amor!!!

    Assista o comercial pró-casamento gay na Austrália.

  • Me Chame pelo Seu Nome

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Nessa semana terminei de ver o filme “Me Chame pelo seu Nome”. Demorei um pouco para ver por causa da direção arrastada, e tive que separar um tempo para conseguir analisar com maior propriedade. E isso valeu a pena. O filme já está disponível no Netflix.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Apesar de estarmos acostumados com o tipo de filmes americanos, que possuem uma edição mais rápida e com roteiro mais explicativo, a direção competente do diretor Luca Guadaginino oferece cenas campestres belíssimas do interior da Itália, com uma fotografia competente e solar de Sayombhu Mukdeeprom, o filme se alia perfeitamente aos componentes de arte explanados no livro.  E para isso ser deleitado, a edição tinha que ser realmente mais lenta, para entendermos as emoções dos personagens.

    O adolescente Elio vivido pelo excelente Thimothée Chamalet e o estudante americano que praticamente é um deus grego vivido por Armie Hammer com o americano Oliver, conseguem dar vida e humanidade aos diversos sentimentos que o amor causa nos personagens.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
     foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Vencedor do Oscar de melhor roteiro, James Ivory conseguiu exprimir toda a beleza e delicadeza, com diálogos concisos e silêncios reveladores, como realmente a vida é. O texto que deu origem ao filme, é o livro homônimo do escritor egípcio André Aciman.  Ivory é um veterano do cinema com grandes filmes já criados como “Retorno a Howards End” de 1992, “Vestígios do Dia” de 1993, “Maurice” de 1987 e tantos outros filmes que asseguram a ele, como um dos melhores artistas do cinema ainda em atividade.

    foto divulgação: me chame pelo seu nome
    foto divulgação: me chame pelo seu nome

    Apesar de tudo isso, o filme é uma obra para ser contemplada, degustada, revista para ser apreciada em toda a sua magnitude. Apesar de ser muito elogiado, parte da crítica reclamou diretamente da velocidade do filme. Ao contrário, eu acho que esse é um grande trunfo do filme. A vida já é tão corrida, tudo acontece ao mesmo tempo, somos bombardeados com toneladas de informações diariamente, que é importante parar, refletir, e saber degustar certos momentos da vida.

    Sem dar spoiler, a fala final do pai do Elio nos dá uma lição de vida e mostra como um texto pode ser magistralmente escrito.

    Assista o trailer do filme.

  • Macabro

    O cinema brasileiro cada vez mais nos oferece produções com qualidade superior. Embora ultimamente tenhamos produzidos mais comédias, tem filmes de outras categorias que tem alcançado uma produção competente e talentosa.

    Foto: Divulgação - Macabro
    Foto: Divulgação – Macabro

    O filme “Macabro” é mais um trabalho do diretor Marcos Prado, que também dirigiu “Paraísos Artificiais”, “Curumim” e produtor da franquia “Tropas de Elite”. O filme ganhou na categoria Dark Matters no Festival de Austin nos Estados Unidos. Ainda conta com o excelente ator Renato Góes, Amanda Grimaldi, Flavio Bauraqui e Juliana Schalch.

    Foto: Divulgação - Macabro
    Foto: Divulgação – Macabro

    O filme ganha ainda mais relevância por ter sido baseado em fatos reais. Nos anos 90 em Nova Friburgo (RJ), começaram a ter diversos assassinatos com uma crueldade extrema e ainda com a prática da necrofilia, o que tornou o caso um prato cheio para a imprensa. O caso ficou conhecido como o dos “Irmãos Necrófilos”.  O filme estava programado para ser lançado oficialmente nos cinemas entre 2020 e 2021, mas com a pandemia, isso teve que ser adiado.

    O roteiro ainda trabalha sobre os problemas da sociedade da época, e que pelo jeito nos acompanha até hoje como o racismo e a violência policial, abordando também de uma forma o abuso psicológico e físico e a intolerância sobre os que conheciam os irmãos. Embora o roteiro pudesse ter ido mais a fundo nas motivações psicológicas dos irmãos ou do policial, não oferece redenção ao protagonista ou explica muito o que motivou os crimes, ainda assim temos um filme bem conduzido com uma excelente sonografia e fotografia.

    Foto: Divulgação - Macabro
    Foto: Divulgação – Macabro

    O roteiro ainda trabalha sobre os problemas da sociedade da época, e que pelo jeito nos acompanha até hoje como o racismo e a violência policial, abordando também de uma forma o abuso psicológico e físico e a intolerância sobre os que conheciam os irmãos. Embora o roteiro pudesse ter ido mais a fundo nas motivações psicológicas dos irmãos ou do policial, não oferece redenção ao protagonista ou explica muito o que motivou os crimes, ainda assim temos um filme bem conduzido com uma excelente sonografia e fotografia.

    Assista o trailer:

  • Um oásis no deserto da ignorância brasileira: Rita Von Hunty

    Rita Von Hunty
    Rita Von Hunty

    Estamos vivendo em um país polarizado faz alguns anos, e as redes sociais foram inundadas com discursos de ódio e fake news. O problema que a grande maioria dos discursos é raso como um pires, e isso vale tanta para a direita quanto para a esquerda.

    Rita Von Hunty
    Rita Von Hunty

    Por isso ver uma drag queen falar com tanto conhecimento e domínio de assuntos como literatura, sociologia, teatro, antropologia, política e outros assuntos, é como estar em um maravilhoso oásis no meio do deserto. Em todos os vídeos, ela fala sobre diversos assuntos, sempre amparada no conhecimento científico. Não há discurso de ódio que consiga enfrentar um argumento técnico-científico.

    Guilher Terreri (Rita Von Hunty)
    Guilher Terreri (Rita Von Hunty)

    A drag Rita Von Hunty é uma criação do Guilherme Terreri, que além de ser uma criação artística, tem uma importância política e social, no país que mais mata trans no mundo.  Guilherme é formato em Artes Cênicas (UNIRIO) e Letras (USP).

    Saiba mais no canal Tempero Drag. Clique aqui http://bit.ly/2OmpryK

    Abaixo veja alguns dos seus vídeos:

  • Silva lança seu quinto álbum e consolida seu lugar na nova MPB

    Silva chegou no cenário da música brasileira como um bálsamo. Cantor, compositor e músico multi-instrumentista, chegou com talento e trazendo sofisticação em suas canções.

    Silva
    Silva

    O artista capixaba nas em Vitória no Espírito Santo e invadiu ultimamente as paradas musicais, principalmente por causa das parcerias. Ainda trabalha com o irmão Lucas, que escreveu e produziu alguns álbuns do cantor.  Ele se lançou em 2012 com um EP com seis músicas. No mesmo ano, ainda lançou o álbum “Claridão” pela SLAP (selo da Som Livre).

    Em 2014, o segundo álbum “Vista pro Mar” foi eleito o oitavo melhor disco nacional pela Revista Rolling Stones, e o disco teve participação especial da Fernanda Takai. Lulu Santos participou do disco ao vivo na canção “Noite”. Nesse período, o artista ainda tinha uma pegada mais indie, que marcou os primeiros anos da sua carreira.

    Mas em 2016, houve a guinada na carreira do Silva para a MPB. Nesse ano ele lançou o disco e turnê “Silva Canta Marisa”, que contava ainda com uma canção inédita, que foi composta em parceria com a própria Marisa Monte.

    Dois anos depois lança o disco “Brasileiro” consolidando o seu sucesso em todo o Brasil, com diversos shows marcados.  Além do Brasil, teve shows também em Portugal.  Em 2019 ainda lança o álbum “Bloco da Silva”, recheado com sucessos dele e de clássicos da Axé music. Conta com arranjos deliciosos e luxuosos.  Os shows em Portugal ainda renderam o ‘Ao Vivo em Lisboa”.

    Silva
    Silva

    Em 2020, mais um disco invade as paradas musicais com o disco “Cinco”, com a nova parceria com a Anitta em “Facinho”, “Quem Disse” com João Donato e “Soprou” com o cantor/compositor Criolo. Abaixo temos as duas parcerias do Silva, com as principais musas da música pop no Brasil: Anitta e Ludmilla. Ficamos esperando uma parceria ainda com a Iza.

    Confira o lançamento “Sorriso de Agogô”- a canção de trabalho

    Ouça “Cinco” no Spotify.

    Confira também Silva e Ludmila

    E Silva e Anitta

  • A Canção de Amor de Madonna e Prince

    Madonna
    Madonna

    No cenário do pop dos anos 80 e 90, Madonna, Prince e Michael Jackson dominaram as paradas musicais e as principais vendas de discos. O sucesso foi tão emblemático, que tanto Madonna quanto Prince, tiveram um namoro com o cinema.  Prince teve sucesso de público e de crítica com o seu “Purple Rain” e a material girl teve uma personagem secundária, mas que dava nome ao filme: “Procura-se Susan Desesperadamente”.  Esse filme foi da época do disco “Like a Virgin”, que rendeu “Into the Groove” para a trilha do filme.

    Madonna também tentou uma parceria com o Rei do Pop, mas que não rolou. A ideia era ter uma participação na música e no clipe “In the Closet”. A ideia era ela estar vestida de homem, e ele de mulher. Dizem que sua irmã Janet Jackson foi contra, já que o artista sofria por causa das polêmicas sobre a vida sexual do cantor.

    Em 1984, com o disco “Like a Virgin” ela foi catapultada para o sucesso mundial, com músicas como a faixa título, “Into the Groove”, “Material Girl” e “Love Don’t Live Anymore” e “Angel”. Com “True Blue”de 1986, ela consolida o sucesso e seu lugar na história na música pop, com sucessos como “Papa Don’t Preach”, “Open Your Heart”,  “True Blue” e o mega sucesso “Live to Tell”. Com essa música, ela conseguiu da gravadora também maior liberdade para produzir e gerenciar sua música.

    Madonna
    Madonna

    Embora ela tenha alcançado o sucesso de público, a crítica ainda tinha restrições. O que mudou com o lançamento de “Like a Prayer” de 1989, Madonna finalmente consegue o sucesso de crítica, colocando o pop em um patamar de arte também, mostrando que a música pop pode ser muito mais que uma música de consumo.

    Nesse disco, temos uma pérola meio que esquecida nesse disco. A cantora contou com uma parceria com ninguém menos que Prince. Embora a música não tenha tocado nas rádios, é uma das melhores canções desse disco, e poderia facilmente estar em qualquer um dos discos do cantor e compositor de Minneapolis.

  • Dicas de Livro: O Terceiro Travesseiro

    Esse é o primeiro livro do escritor Nelson Luiz de Carvalho. Uma história de amor entre dois adolescentes, que se baseou nas vidas reais de Marcos, Renato e Beatriz. Ainda lembro hoje, o impacto que o livro teve sobre mim. Ainda não tinha conhecimento sobre os relacionamentos gays, e nunca tinha me visto representado em um livro. Hoje com todo esse debate de representatividade das minorias, percebe-se como isso é importante. Você se ver em um livro, filme, novela, comercial e o que mais for

    O livro narra a descoberta da sexualidade de Marcos, o amor com o Renato, a relação e reação de suas respectivas famílias, os amigos, a explosão do desejo sexual, a amizade com Beatriz e tudo isso, entremeado com as lembranças e memórias do personagem principal.

    Desde o lançamento em 1998, tornou-se um sucesso de público e crítica. O livro se transformou ainda em peça de teatro e filme, gerando uma legião de fãs. Ainda é considerado marco na literatura LGBT brasileira, vendendo milhões de exemplares no país, e já está sendo traduzido para edições em inglês e francês.

    O livro está ainda em venda nas principais livrarias do país.

    Se tiver interesse em adquirir o livro, clique aqui: bit.ly/3tK93bm 

  • Preparação para RulPaul’s Drag Race 12

    Para quem não sabe, a 12º edição de RulPaul’s Drag Race, estreia dia 28/02 pelo canal VH1 trazendo 13 novas Queens.

    E por isso, preparamos um quiz sobre as edições anteriores para testar e descobrir qual é o seu nível de conhecimento sobre o reality.


    [wpViralQuiz id=993]

  • Drauzio Varella fala da sua experiência em relação a transexualidade no programa Roda Vida

    O Dr. Drauzio Varella é um velho conhecido do grande público: há anos, ele está na TV, é escritor com inúmeros livros onde é autor ou coautor e tem um canal no youtube que tem, na data de hoje, mais de 2 milhões de inscritos e já teve um vídeo como Homossexualidade | Coluna #04, de 2014 que tem, na data de hoje, quase 1.2 milhões de visualização.

    [bs-quote quote="…a homossexualidade uma ilha cercada por ignorância de todos os lados." style="style-10" align="center" author_name="Drauzio Varella" author_job="Médico, cientista e escritor" author_avatar="https://todxs.xyz.br/wp-content/uploads/2020/02/Drausio-varela-300×2681-1.png%22][/bs-quote]

    E uma série de outros vídeo no canal falando do tema que pode ser visto aqui.

    No dia 10/02, Drauzio Varella deu uma entrevista do programa Roda Vida da TV Cultura, onde o tema principal era a surto de Corona vírus que apareceu no final de 2019 e se estende até hoje, mas também, falou de outros de assuntos como tabagismo, AIDS, SUS, dependência química e também sobre a transexualidade, ao ser peguntando por uma jornalista sobre o que ele achava da mudança de lei que passa a permitir a cirurgia de redesignação sexual os 18 anos e não mais aos 21 e como resposta, ele conta o que ele viu nas cadeias onde trabalhou por longos anos e dá uma luz ao tema e conta situações que viveu e vivenciou com esse público.

    Assista e nos conte o que achou.