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  • 10 covers inesquecíveis, para embalar o dia com a música “Flutua” de Johnny Hooker + Liniker

    Flutua é uma canção do álbum ‘Coração’, lançado em 2017 do cantor Johnny Hooker e que tem participação da cantora Liniker. 

    A música traz uma narrativa, porque incrível que parece, bem atual nos dias de hoje, de um relacionamento gay e da preocupação de ambos de o que as pessoas irão falar e como irão reagir a esse amor. 

    Então, pelo fato da música ser incrível, ter um clipe lindo, contar essa história de amor proibido e ter quase 9 milhões de visualizações só no YouTube, vamos trazer alguns covers que são, na nossa opinião, são tão incríveis quanto a música original.


    01 – Armário de Saia – by Wes Drag e a Queen of the Universe (Grag Queen)


    02 – Ellen Oléria – Tema da 1º Parada LGBTQIAP+ de SP


    03 – Bruno Gadiol e Gabriel Nandes – Youtube


    04 – Amanda Döring & Gabi Porto – Youtube


    05 – Pitty – Youtube


    06 – Amarina – Youtube


    07 – Giulinana Dias – Youtube


    08 – Renato Enoch – Youtube


    09 – Ynaê Lima – Youtube

    https://www.youtube.com/watch?v=wKutyx9yuMA


    10 – Johnny Hooker, Majur e Pabllo Vittar – TV Globo


    Versão original

  • Super Drags, um desenho incrível que o preconceito e um processo judicial fez morrer na primeira temporada

    Super Drags, é uma produção da Combo Estúdio, sendo a primeira animação brasileira na Netflix, que terminou na primeira temporada em meio a diversas polêmicas antes de sua estreia, que continuaram após o lançamento e terminou com um processo judicial por “plágio”.

    super drags
    cena do trailer

    Super Drags, estreou em 2018, criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescau, com classificação de 16 anos, ou seja, é um conteúdo que não aparece no perfil Kids da Netflix, porém ao anunciar animação, não havia a classificação etária nos primeiros trailers, assim, causando os primeiros protestos:

    • Sociedade Brasileira de Cardiologia emitiu nota condenando a animação a época: leia aqui;
    • Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e da Família do Congresso Nacional, emitiu nota de repúdio: leia aqui;
    • Artistas gospel promoveram boicote à Netflix por causa da animação: leia aqui;
    • Sites gospel, alegaram que a séria ridicularizada a religião Evangélica e seus pastores: leia aqui.

    De fato, não podemos negar que Super Drags foi satírica, irônica e caricata com Igrejas Evangélicas Neo Pentecostais, pastores e seus obreiros, assim como ela foi satírica, irônica e caricata com o universo LGBTQIA+, afinal é uma séria de humor em animação, direcionada a maiores de 16 anos.

    A Netflix, para deixar claro, após os protestos iniciais, que a séria não era conteúdo infantil, obrigou-se a produzir um trailer apenas para dizer que ela não era para o público Kids, informando que o conteúdo poderia se bloqueado por senha, que bastava não deixar as crianças assistirem e que os pais poderiam procurar no Google como fazer.

    A série estreiou como um suposto sucesso de audiência, com a Netflix anunciando que ela seria renovada para mais dumas temporadas: leia aqui, e foi então que a mesma levou um processo por plágio, do ilustrador Wil Vasque, alegando que Super Drags baseada-se em um projeto de 2010 criado por ele, chamado de Drag Dragons.

    Logo após a notícia do processo, a Netflix anuncio que Super Drags não seria renovada para uma nova temporada, situação comemorado pelo ilustrator, pois ele acreditava a época que o fato da Netflix cancelar a série, já seria uma comprovação de culpa, porém até hoje, não temos informações de como terminou esse processo e  se terminou: leia aqui, porém como pode ser visto no vídeo ‘Drag Dragons’, se ele serviu de referência ou inspiração para o projeto, foi apenas de Drags Queens como super heroínas ficando por aí, pois Super Drags tem um universo, história, mitologia e todo resto completamente diferente do projeto do ilustrador.

    Super Drags, é uma bela animação, fruto de uma produtora brasileira, com participação de personalidade LGBTQIA+ como Silvetty Montilla, Pablo Vittar e Suzy Brasil que vale a penas ser assistida, pois injustiças a parte, ela continua no catálogo da Netflix provendo a visibilidade do público LGBTQIA+.